Amor perfeito nada espera
O meu, que nasceu torto,
Espera sua chegada, seu olhar, seu carinho, sua permanência
Ouço o barulho do motor e corro pra janela, na esperança de te ver
Mas não é você que vem
Você nunca vem, apesar das promessas
Seu olhar descansa em outros rostos
Admira olhos, sorrisos, que não são os meus
E isso não seria tão ruim se você se lembrasse de olhar pra mim
Seu carinho, só vem através de pedidos
E sua permanência...
Bom, sua permanência ainda depende de você querer ficar.
Espaço para libertar versos, textos ou pensamentos que, em outra hora, ficavam presos em mim. E que venha a liberdade!
sexta-feira, 20 de junho de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Do fundo do meu coração, depois de tantas vezes te ver ir embora por aquela porta, na última, sinto que a esperança se foi com você.
Adriana Calcanhoto cantando Roberto
Adriana Calcanhoto cantando Roberto
sábado, 18 de janeiro de 2014
Vontade de sair dançando pelas ruas, de madrugada, quando o som do vento é mais nítido e o holofote é luz da lua.
Vontade de sair dançando pelas ruas, rodopiando. Em piruetas, fouettés e chenés pra ver se, assim, a dor de alguma forma escapa de mim. Saia pela tangente e siga sem nunca mais voltar.
Vontade de sair dançando pelas ruas e, dançando, me esquecer de tudo. Dos sonhos que se foram, dos planos desfeitos, do amor que foi embora.
Vontade de sair dançando pelas ruas e assim me encontrar sentada em alguma esquina, com o rosto entre as mãos e com lágrimas nos olhos.
Falarei pra mim mesma: dance, menina, que a dor diminui. A dança é maneira que o corpo encontrou de aliviar a dor que alma suporta.
Vontade de sair dançando pelas ruas, rodopiando. Em piruetas, fouettés e chenés pra ver se, assim, a dor de alguma forma escapa de mim. Saia pela tangente e siga sem nunca mais voltar.
Vontade de sair dançando pelas ruas e, dançando, me esquecer de tudo. Dos sonhos que se foram, dos planos desfeitos, do amor que foi embora.
Vontade de sair dançando pelas ruas e assim me encontrar sentada em alguma esquina, com o rosto entre as mãos e com lágrimas nos olhos.
Falarei pra mim mesma: dance, menina, que a dor diminui. A dança é maneira que o corpo encontrou de aliviar a dor que alma suporta.
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