Gosto do carinho suave do vento e de como ele, nessa mesma mansidão ganha força, bagunça meus cabelos e faz as folhas dançarem. Gosto de coisas e pessoas que chegam tranquilamente, sem invadir meu espaço, sem impor, mas deixam suas marcas porque são entregues ao que são.
Quando vir, venha devagar, mas venha pleno, venha intenso porque eu não gosto de coisas mornas, muito menos de pessoas.
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