Com você aprendi o que é axé. Não o gênero musical, mas aquele desejo de energia e força que você usava como forma de cumprimento.
Aprendi que pessoas e animais podem ser melhores amigos, que beijos podem ser voadores e que trazem um carinho imenso mesmo se forem dados com a ponta dos dedos.
Aprendi que mixaria não combina com abraço e percebi na prática que, quanto mais tempo eles duram, mais calma trazem.
Aprendi que é difícil (edifício) é um prédio grande e que, no fim das contas, a dificuldade é só uma questão de perspectiva mesmo.
Você, com o peito nu e os pés descalços, pode não ter sido um exemplo dentro dos moldes que o mundo insiste em impor, mas, sem dúvida, me ensinou um bando das coisas que realmente importam e fazem do mundo um lugar melhor.
Axé, tio!
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