domingo, 16 de agosto de 2015

Em tempos de relações fugazes, corpos de robô e distâncias, a gente se ilude pensando que não há mais coração. Mas há. E ele ainda pulsa. Faz jorrar o sangue de quem morre pela bala perfurante ou pela faca afiada. Faz doer a alma de quem vê violência nos atos, nas palavras e nos olhos. Mas esse mesmo coração que sangra, por ainda pulsar, faz resistir a vida de quem não tem outra opção, a não ser lutar.