Sinto falta de sentir-me apaixonada. Não é de alguma paixão do passado ou de alguma pessoa específica. Sinto falta é das sensações, de querer estar junto, olhar no olho e não precisar de mais nada ou querer tudo. De construir futuros em par.
Gosto de quem sou hoje, mas a vida calejou um pouco esse coração e a casca tornou-se grossa o bastante para impedir paixões corriqueiras. Portanto, paixão do futuro, peço que chegue de mansinho, que se aconchegue junto a mim, que não tenha pressa de ver a vida passar e, principalmente, que seja leve e plena.
Espaço para libertar versos, textos ou pensamentos que, em outra hora, ficavam presos em mim. E que venha a liberdade!
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Ex-amor,
Obrigada por tudo o que vivemos
Pela troca de olhares
Pelas conversas,
Carinhos
Risadas
E pelo amor
Obrigada pelo que sofremos
Pelo que aprendemos juntos
pelas brigas,
Pelas lágrimas
Você não mora só na minha memória. Mora em mim. Tem parte na construção de quem me tornei e gosto muito do que sou hoje. Não sei se sou melhor que ontem, mas sou cada vez mais eu e mais consciente das minhas próprias limitações. Você, com certeza, me ajudou nisso. Obrigada por fazer parte do meu passado e por ter se transformado em um amor diferente no presente. O carinho é pra sempre.
A você, desejo que siga por caminhos suaves, mas que tenha força e sabedoria pra enfrentar os que forem tortuosos. Desejo momentos plenos e um amor que invada a alma. A mim, desejo o mesmo.
Obrigada por tudo o que vivemos
Pela troca de olhares
Pelas conversas,
Carinhos
Risadas
E pelo amor
Obrigada pelo que sofremos
Pelo que aprendemos juntos
pelas brigas,
Pelas lágrimas
Você não mora só na minha memória. Mora em mim. Tem parte na construção de quem me tornei e gosto muito do que sou hoje. Não sei se sou melhor que ontem, mas sou cada vez mais eu e mais consciente das minhas próprias limitações. Você, com certeza, me ajudou nisso. Obrigada por fazer parte do meu passado e por ter se transformado em um amor diferente no presente. O carinho é pra sempre.
A você, desejo que siga por caminhos suaves, mas que tenha força e sabedoria pra enfrentar os que forem tortuosos. Desejo momentos plenos e um amor que invada a alma. A mim, desejo o mesmo.
domingo, 16 de agosto de 2015
Em tempos de relações fugazes, corpos de robô e distâncias,
a gente se ilude pensando que não há mais coração. Mas há. E ele ainda pulsa. Faz
jorrar o sangue de quem morre pela bala perfurante ou pela faca afiada. Faz doer
a alma de quem vê violência nos atos, nas palavras e nos olhos. Mas esse mesmo coração que sangra, por ainda pulsar, faz resistir a
vida de quem não tem outra opção, a não ser lutar.
quarta-feira, 11 de março de 2015
Algo de ti ainda mora aqui
Lembro teu corpo
Mas já não recordo os detalhes do prazer que me trouxe
Lembro tua música
Que já não me embala
E também já não és meu par
Ficou a dor
Mas nem ela cabe mais em mim
Ocupa espaço demais pra quem quer encher-se de amor
É tempo de arrumar a casa
Desfazer-me do que é inútil
E dar lugar pro novo vir me habitar
Lembro teu corpo
Mas já não recordo os detalhes do prazer que me trouxe
Lembro tua música
Que já não me embala
E também já não és meu par
Ficou a dor
Mas nem ela cabe mais em mim
Ocupa espaço demais pra quem quer encher-se de amor
É tempo de arrumar a casa
Desfazer-me do que é inútil
E dar lugar pro novo vir me habitar
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
A vida é mesmo a arte do encontro, como cantou Vinícius em Samba da bênção. Que sejamos todos abençoados com o encontro de nós mesmos, apesar dos desencontros, dos desmomentos, dos descaminhos. E que, ao nos encontrarmos em nós mesmos, seja nos dado o presente da presença do outro. Não para a completude, já que somos completos mesmo em singularidade, mas para compartilhar os encontros, os momentos e os caminhos. Convivendo, que a gente possa entender que compartilhar é mais do que falar e ouvir sobre os problemas do dia, é possibilitar que as almas se comuniquem além e apesar das palavras, que os olhos se entendam e os corpos se abriguem. É desejar ao outro vida leve e, se em algum momento ela não for (porque o mundo às vezes nos convence de que há peso suficiente pra nos deixar pra baixo), que haja paciência, respeito e leveza em dobro, pra que a dor do outro seja vivida, mas possa também ir embora.
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